Casos

MARCA FANTASMA – VESTÍGIOS COMPROBATÓRIOS?

Em 2012, um ano após a aparição de um agroglifo em Ipuaçu, o pesquisador Ivo Hugo Dohl, que reside em Xanxerê, resolveu visitar a localidade onde havia a presença de um agroglifo na região de Ipuaçu no ano anterior. Para seu surpresa, encontrou vestígios da presença dos sinais que haviam aparecido meses antes no trigo, agora em uma plantação alternada de soja. Estes vestígios são denominados marca fantasma.

Imagem do documento (mock)

2012, plantação de soja, local de agroglifo em ano anterior 2011 – foto Ivo Hugo Dohl

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Trigo sob a soja – foto Ivo Hugo Dohl

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Trilho de agroglifo ainda em evidência um ano depois no meio do soja – foto Ivo Hugo Dohl

Isso mostra que daqui há alguns meses, deve ser verificada a mesma região do solo onde está o atual agroglifo de 2024\. Também pode demonstrar que a possível energia que produz os agroglifos pode deixar vestígios, descartando possivelmente suspeitas de ação humana. O fantasma está sendo percebido também na Inglaterra, como pode ser evidenciado abaixo e serve para aumentar ainda mais o mistério da origem dos agroglifos.

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Círculo original a esquerda e fantasma de agroglifo a direita na Inglaterra – imagem: YouTube Internet

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Fantasma ou sombra de agroglifos ingleses – fonte: YouTube

INVESTIGAÇÃO UFOLÓGICA SIMILAR A POLICIAL

Pesquisar agroglifos é muito similar a uma investigação criminal policial. Quanto mais cedo chegar ao local e menos gente adentrar o recinto, mais evidências conseguiremos encontrar que ajudarão a identificar a veracidade das informações e facilitarão dessa forma a conclusões mais precisas. Portanto, quanto mais o tempo passar, menos chances os pesquisadores tem, de concluir alguma coisa de forma concisa. Em 2009, por exemplo, a prefeitura de Ipuaçu, consciente desta realidade, colaborou em demasia com os pesquisadores que procuraram ir até o local na época, isolando a área com fita de isolamento e também com a presença física de um policial militar, impedindo a aproximação de curiosos até a chegada dos investigadores.

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Fita de isolamento como uma investigação policial \- Imagem TV COM \- 2009

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Policial militar cuidando e afastando curiosos \- Imagem TV COM \- 2009

Infelizmente, isso ocorreu apenas em uma gestão, não se repetindo mais nos anos seguintes. O ato em si, sem dúvida, colaborou em demasia com as pesquisas sobre o fenômeno dos agroglifos, o que demonstra necessidade de repetição.

Somente em 2023, passaram pelo agroglifo daquele ano, aproximadamente 3 mil pessoas e todos, naturalmente, pisaram no interior da marca danificando e alterando e consequentemente, dificultando as investigações.

Visto essa observação, pretendemos agendar reuniões com representantes das prefeituras de ambas as cidades e possivelmente com os agricultores, para integrantes do Projeto Esfera esclarecerem sobre a importância deste tipo de pesquisa, procurando salientar o papel preponderante dos proprietários das terras e da permissão ao acesso à suas regiões, quando surgirem os agroglifos por lá. Também tentaremos esclarecer o assunto, ministrando palestras com as descobertas encontradas até o momento e mostrando a importância de novas descobertas que poderemos obter, com o auxílio da população local. Através disso, mostraremos também a importância do isolamento, por parte das prefeituras, até a chegada dos investigadores, no caso, do Projeto Esfera.

Não presumir nada e procurar pistas e padrões que apontem para algum norte, como fariam cientistas ou policiais investigadores, este é um dos objetivos do Projeto Esfera.